A Segurança Social atual é financiada por quotizações dos
trabalhadores, por contribuições das entidades empregadoras e por
transferências do Orçamento de Estado, ou seja, dos impostos. Na verdade, as
três fontes que alimentam o sistema previdencial têm a sua origem no trabalho,
pelo que não é nenhum exagero dizer que a Segurança Social sempre foi
sustentada e mantida pelos trabalhadores e pelas trabalhadoras.
Chegados ao final do século XX iniciou-se um debate intenso
sobre o financiamento e a sustentabilidade dos sistemas de Segurança Social na
Europa. Em Portugal o sistema previdencial foi dado como “insustentável”
enquanto bancos e instituições(Terceiro Pilar) financeiras começavam a vender
as suas próprias soluções financeiras para a proteção na velhice como os planos
poupança-reforma.

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