segunda-feira, 29 de abril de 2013

Lápis Azul - SIC Jornal da Noite

Um breve relato passado na SIC de como era a ditadura naquele tempo, através de atores escolhidos para dar vida ao que era a realmente vivido durante aqueles anos todos.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=DgtnIBa32vw

quinta-feira, 25 de abril de 2013


Cultura, Comunicação e Média
Esta UFCD tem como finalidade compreender as diferentes utilizações da Língua nas comunicações rádio, adequando-as às necessidades da organização do seu quotidiano. Identifica as mais-valias da sistematização da informação disponibilizada por via electrónica em contextos socioprofissionais. Reconhece os impactos dos mas media na constituição do poder mediático e sua influência na regulação institucional.
 Desenvolve uma atitude crítica face aos conteúdos disponibilizados através da Internet e dos meios de comunicação social no geral.

Reflexão Critica

Na disciplina de Cultura, Língua e Comunicação, compreendi melhor tudo aquilo que se passa com as novas tecnologias de informação e comunicação. Desde os telemóveis, aos computadores, passando pelos meios de comunicação, todos estes temas foram benéficos para que eu pudesse ganhar um maior conhecimento, uma maior cultura e também um visível desenvolvimento a nível computacional e uma desinibição a nível pessoal. Existem diferentes formas, ou diversos meios e métodos de comunicação que nos são bastante úteis, podemos referir a existência do telefone, do telemóvel, do rádio, da televisão, da Internet. Entre muitos outros meios, que de uma forma ou de outra permitem a comunicação entre o indivíduo e estão adaptados às necessidades de utilização, quer particularmente, quer profissionalmente. Todos os meios de comunicação têm como principal função informar, educar, e entreter de diferentes formas. Transmitindo mensagens através de programas de informação, de entretenimento, debates, propaganda, publicidades, entre outras formas de chamar a atenção ao público.
 Do trabalho que fiz conclui que a globalização é uma consequência indirecta da aproximação económica e política de nações. E independentemente dos benefícios do processo de “mundialização”, existe também um afastamento dos cidadãos em respeito às polémicas decisões, o que demonstra a fragilidade da democracia. Outro tema que gostei foi abordagem que fiz aprendendo como começou e como funciona a Internet

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Grândola, Vila Morena (25 de Abril)


http://youtu.be/ci76cKwFLDs

conceito mutualista


Conceito Mutualista - O Mutualismo é um sistema privado de proteção social que visa o auxílio mútuo das pessoas em situação de carência ou melhoramento das suas condições de vida. A adesão é feita de forma voluntária e solidária, existindo um fundo comum gerado pelas quotizações dos mutualistas, o qual permite garantir o seu futuro, bem como o dos seus familiares.


1º Pilar: Gerido pelo Estado, através de um sistema obrigatório para todos os trabalhadores. É mantido solvente através das contribuições dos trabalhadores e empregadores. É gerido em repartição, ou seja, as pensões são pagas pelas contribuições dos trabalhadores ativos. O pagamento das pensões está totalmente dependente da evolução do mercado de trabalho, da economia e da demografia, pois não existe aforro, isto é, não se cria uma conta de poupança onde se depositam as nossas contribuições realizadas enquanto ativos.

2º Pilar: De iniciativa empresarial. São esquemas de poupança para a reforma ou situações indesejáveis que reduzam a nossa capacidade de gerar rendimentos, por exemplo, invalidez. Ao contrário do 1º pilar, neste caso estamos a falar de sistemas de capitalização, ou seja, ao longo da vida ativa vai-se poupando para, à data da reforma, existir o capital necessário para se receber uma pensão de reforma. O instrumento típico para estabelecer como se geram e financiam os benefícios são os Planos de Pensões


3º Pilar: De iniciativa individual. Aqui podemos considerar todos os métodos de poupança de longo prazo, com o objetivo de gerar rendimentos para a reforma. As poupanças tanto podem ser geridas pelo Estado como por instituições privadas e podem ter uma qualquer forma, interessando simplesmente o objetivo. Por exemplo, a aquisição de uma casa para arrendar e gerar rendimentos é um investimento elegível neste pilar.
 
 
 
 

frase do dia

" Esta é a madrugada que ele esperava, o dia inicial inteiro e limpo, onde emergimos da noite e do silêncio e livres habitamos a substância do tempo."

  

Lágrimas de Felicidade


A sustentabilidade da Segurança Social


A Segurança Social atual é financiada por quotizações dos trabalhadores, por contribuições das entidades empregadoras e por transferências do Orçamento de Estado, ou seja, dos impostos. Na verdade, as três fontes que alimentam o sistema previdencial têm a sua origem no trabalho, pelo que não é nenhum exagero dizer que a Segurança Social sempre foi sustentada e mantida pelos trabalhadores e pelas trabalhadoras.
Chegados ao final do século XX iniciou-se um debate intenso sobre o financiamento e a sustentabilidade dos sistemas de Segurança Social na Europa. Em Portugal o sistema previdencial foi dado como “insustentável” enquanto bancos e instituições(Terceiro Pilar) financeiras começavam a vender as suas próprias soluções financeiras para a proteção na velhice como os planos poupança-reforma.


Evolução e continuidade das politicas até ao 25 de abril e pós 25 de abril


 
Conceito Mutualista - O Mutualismo é um sistema privado de proteção social que visa o auxílio mútuo das pessoas em situação de carência ou melhoramento das suas condições de vida. A adesão é feita de forma voluntária e solidária, existindo um fundo comum gerado pelas quotizações dos mutualistas, o qual permite garantir o seu futuro, bem como o dos seus familiares.

1º Pilar: Gerido pelo Estado, através de um sistema obrigatório para todos os trabalhadores. É mantido solvente através das contribuições dos trabalhadores e empregadores. É gerido em repartição, ou seja, as pensões são pagas pelas contribuições dos trabalhadores ativos. O pagamento das pensões está totalmente dependente da evolução do mercado de trabalho, da economia e da demografia, pois não existe aforro, isto é, não se cria uma conta de poupança onde se depositam as nossas contribuições realizadas enquanto ativos.



2º Pilar: De iniciativa empresarial. São esquemas de poupança para a reforma ou situações indesejáveis que reduzam a nossa capacidade de gerar rendimentos, por exemplo, invalidez. Ao contrário do 1º pilar, neste caso estamos a falar de sistemas de capitalização, ou seja, ao longo da vida ativa vai-se poupando para, à data da reforma, existir o capital necessário para se receber uma pensão de reforma. O instrumento típico para estabelecer como se geram e financiam os benefícios são os Planos de Pensões.

cidade de gerar rendimentos, por exemplo, invalidez. Ao contrário do 1º pilar, neste caso estamos a falar de sistemas de capitalização, ou seja, ao longo da vida
ativa vai-se poupando para, à data da reforma, existir o capital necessário para se receber uma pensão de reforma. O instrumento típico para estabelecer como se geram e financiam os benefícios são os Planos de Pensões.



3º Pilar: De iniciativa individual. Aqui podemos considerar todos os métodos de poupança de longo prazo, com o objetivo de gerar rendimentos para a reforma. As poupanças tanto podem ser geridas pelo Estado como por instituições privadas e podem ter uma qualquer forma, interessando simplesmente o objetivo. Por exemplo, a aquisição de uma casa para arrendar e gerar rendimentos é um investimento elegível neste pilar.

 

A sustentabilidade da Segurança Social


A Segurança Social atual é financiada por quotizações dos trabalhadores, por contribuições das entidades empregadoras e por transferências do Orçamento de Estado, ou seja, dos impostos. Na verdade, as três fontes que alimentam o sistema previdencial têm a sua origem no trabalho, pelo que não é nenhum exagero dizer que a Segurança Social sempre foi sustentada e mantida pelos trabalhadores e pelas trabalhadoras.
Chegados ao final do século XX iniciou-se um debate intenso sobre o financiamento e a sustentabilidade dos sistemas de Segurança Social na Europa. Em Portugal o sistema previdencial foi dado como “insustentável” enquanto bancos e instituições(Terceiro Pilar) financeiras começavam a vender as suas próprias soluções financeiras para a proteção na velhice como os planos poupança-reforma.

SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL


 
Conceito Mutualista - O Mutualismo é um sistema privado de proteção social que visa o auxílio mútuo das pessoas em situação de carência ou melhoramento das suas condições de vida. A adesão é feita de forma voluntária e solidária, existindo um fundo comum gerado pelas quotizações dos mutualistas, o qual permite garantir o seu futuro, bem como o dos seus familiares.

A chegar ao fim! xD

Conceito Mutualista

Conceito Mutualista - O Mutualismo é um sistema privado de proteção social que visa o auxílio mútuo das pessoas em situação de carência ou melhoramento das suas condições de vida. A adesão é feita de forma voluntária e solidária, existindo um fundo comum gerado pelas quotizações dos mutualistas, o qual permite garantir o seu futuro, bem como o dos seus familiares.