domingo, 29 de maio de 2011

Candidato ao prémio Principe das asturias das letras

Oviedo, Espanha, 29 mai (Lusa) - O escritor português António Lobo Antunes é um dos 32 candidatos de 25 nacionalidades diferentes a vencedor do Prémio Príncipe das Astúrias das Letras 2011, que é escolhido na quarta-feira.

Segundo a agência de notícias espanhola EFE, Lobo Antunes, que já foi anteriormente apontado como possível vencedor, surge ao lado de nomes como o escritor chinês Yan Lianke, o norte-americano John Ashberry e o chileno Nicanor Parra.

O júri, que inicia as deliberações terça-feira em Oviedo, é composto por escritores como Andrés Amorós, Juan José Armas Marcelo, Fernando Sánchez Dragó y Berta Piñán e pela diretora do Instituto Cervantes, Cármen Cafarell.

O galardão é o reconhecimento a personalidades cujo trabalho criativo ou de investigação representa uma contribuição relevante para a cultura universal nos campos da literatura ou da linguística.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O CONHECIMENTO VULGAR

- O conhecimento vulgar corresponde ao senso comum e abrange aquelas coisas que quase toda a gente sabe.
- Reporta-se àquilo que vamos aprendendo desde muito cedo e, por vezes, até de uma forma quase inconsciente.
- As crenças e opiniões que partilhamos, as tradições e jogos, as celebrações e ofícios, as tarefas e lendas dizem respeito ao senso comum.
- Adquire-se através da repetição de experiências, do testemunho e do exemplo dos outros (família, amigos, vizinhos, etc.), com a prática e também com os erros.
- Ajuda a sobreviver e a conviver, ajuda nas tarefas do quotidiano e nos mais diversos ofícios e ajuda-nos a desempenhar papéis sociais ao longo da vida.
- Trata-se de um conhecimento assistemático, pois consiste num conjunto de informações dispersas e pouco estruturadas.
- É um conhecimento superficial e mais direccionado para um domínio prático, porque não procura as causas e os porquês dos fenómenos e porque tem em vista o funcionamento das coisas e a realização de tarefas.
- É um conhecimento acrítico e passivo, na medida em que se aceita sem se pôr em causa, sem se questionar.
- Está pouco sujeito a mudanças rápidas ou radicais, embora não seja completamente estático, já que acaba, por vezes, por sofrer a influência das descobertas científicas.
- A linguagem usada no conhecimento vulgar é a nossa linguagem de todos os dias e, frequentemente, os termos utilizados são imprecisos e vagos.
- Apesar de ser muitas vezes dogmático e erróneo às vezes, o senso comum constitui um saber válido e indispensável.

quinta-feira, 26 de maio de 2011


Caldeira de Santo Cristo uma pedra preciosa de Sao jorge

quarta-feira, 25 de maio de 2011

FMI já entregou 6,1 mil milhões de euros a Portugal

A taxa juro do crédito do FMI será flexível, ajustada a cada duas semanas. Começará nos 3,25 por cento nos primeiros 3 anos, subindo para 4,25 para os montantes em falta para além desse período. Incluindo o período de carência, o reembolso do empréstimo será feito ao longo de 12 anos, adiantou.

Na passada sexta-feira, a administração do FMI aprovou a participação da instituição financeira no resgate internacional a Portugal, com um empréstimo de 26 mil milhões de euros. O Fundo Monetário Internacional enviará uma missão de assistência técnica a Lisboa entre os dias 30 e 31 de mão, para preparar o acompanhamento do programa económico das autoridades portuguesas.

Esta missão mais curta, de natureza "preliminar" irá "preparar o terreno para uma missão completa de gestão financeira pública, mais tarde no verão", segundo fonte oficial do FMI. Fonte comunitária revelou à Lusa na terça feira que Portugal vai receber 1,75 mil milhões de euros a 31 de maio da Comissão Europeia, no âmbito da ajuda internacional, devendo pagar uma taxa de 5,68 por cento por esta tranche.

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domingo, 22 de maio de 2011

politica actual

A maioria absoluta acaba por ser uma ditadura, cujo efeito na oposição origina uma frustração na qual convergem todos os oponentes. Essa frustração traz o ódio, que acaba num cambão da maioria relativa para eliminar o opressor. Até há pouco tempo o poder pertencia ao capital, e anteriormente estava nas mãos do possuidor da terra. Hoje é a inteligência organizada que o detém. Esta inteligência faz parte da grande empresa que não depende de um indivíduo particular, mas necessariamente de um grupo de indivíduos. O estado é a maior empresa de qualquer país; nestas condições terá necessidade de uma gestão de um grupo de pessoas. Isto acontece na maioria relativa. Esta foi recentemente rejeitada. Os partidos, por sua vez, todos eles lutam por um primeiro-ministro com maioria absoluta. Daí a propaganda desconjuntada e confusa que se faz. Seria bom que todos pensassem o mesmo, para sairmos desta enrascada. (...)

politica actual

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Viva a escola profissional metam a camara das velas abaixo

domingo, 15 de maio de 2011

Livre Arbitrio

Temos ou não livre-arbítrio?
Temos ou não livre-arbítrio? Será que tudo o que fazemos já está determinado? Controlamos o nosso destino ou somos meras peças de xadrez no “tabuleiro” da mãe natureza? Será a experiência da liberdade um facto ou uma ilusão? Estas são algumas das questões relacionadas com o problema do livre-arbítrio às quais a Filosofia tem tentado dar resposta desde os seus primórdios. Afinal, somos ou não livres? Com este ensaio, o que eu pretendo é analisar as teorias que pretendem dar resposta a esta questão e explicar claramente a minha posição pessoal, apresentando os argumentos que a sustentam. Porém, decerto que não é aquilo que eu ou qualquer outra pessoa venha a escrever que fará com que se chegue a um consenso acerca do problema. Esta questão do livre-arbítrio tem sido discutida por filósofos há vários séculos. Várias teorias foram sendo apresentadas, todas com um razoável conjunto de argumentos a seu favor. Isto demonstra que muito dificilmente se chegará alguma vez a uma solução definitiva para este problema. Contudo, é essa a minha principal motivação para redigir este ensaio. Ao reflectir cuidadosamente acerca das várias teorias e ao procurar tomar uma posição pessoal, sinto que estou a satisfazer a minha sede de conhecimento e a alargar os horizontes da minha mente, participando na discussão dum problema filosófico importante, e, quem sabe, a dar um contributo pessoal útil. É isso que espero conseguir através do meu ensaio.
Comecemos então por analisar as teorias já existentes. A primeira teoria que me proponho analisar é o determinismo, defendido, entre outros, por Arthur Schopenhauer. Em primeiro lugar, é preciso definir claramente o conceito que estamos a analisar. Ora, o determinismo é uma teoria que afirma que, sob o efeito da mesma cadeia causal, há apenas um curso de acção possível, ou seja, que não temos possibilidade de escolha, pois tudo o que fazemos foi previamente determinado por causas anteriores. Ou seja, segundo os defensores do determinismo, não temos livre-arbítrio. Esta é, na minha óptica, uma teoria falsa, e que, logo, não serve como solução do problema. Não estou com isto a afirmar que nada é determinado, mas sim que nem tudo é determinado. Pensemos bem no que aconteceria se tudo fosse determinado; não haveria responsabilidade moral, e não seria possível imputar culpas ou méritos às pessoas. Seríamos meras peças de xadrez no tabuleiro da mãe natureza. No entanto, todos nós já pudemos experimentar, no nosso dia-a-dia, a experiência oposta, a de poder escolher entre vários cursos de acção, a experiência do livre-arbítrio. E mais; acredito vivamente que os filósofos e psicólogos que defendem o determinismo são os primeiros a punir os seus filhos quando estes mentem ou desobedecem e a condenar o homem que rouba ou que mata. Ora aqui surge uma contradição: se tudo é determinado, então não temos o direito de punir a criança que mente ou que desobedece, nem o homem que rouba ou que mata, pois não podemos punir as pessoas por actos que estas não podem evitar. Mas, como eu já disse, esta teoria parece-me falsa, até porque nos obrigaria a aceitar que a liberdade que experimentamos não passa duma ilusão. Vejamos então alguns exemplos que negam esta teoria: tomemos como primeiro exemplo o próprio facto de eu estar neste momento a redigir este ensaio. Poderá alguém afirmar que eu não poderia ter escolhido fazer outra coisa? Muito dificilmente, pois eu poderia perfeitamente ter optado por ler um livro, ou ir dar um passeio de bicicleta, ou até escrever um ensaio sobre algo completamente diferente. Mas não, não fiz nenhuma dessas coisas. Estou a escrever este ensaio porque assim o quero, de livre vontade. É inegável que houve causas que actuaram sobre mim, como o facto de este ser um assunto que me interessa, mas essas causas não determinaram a minha acção, apenas a condicionaram, pois a última palavra coube-me a mim. Tal como os apologistas do determinismo, eu afirmo a existência de causas, mas eu nego que essas causas determinem todas as nossas acções. Vejamos outro exemplo: o João vai almoçar à cantina da escola, e pode escolher entre prato de carne e prato de peixe. O João foi habituado, desde pequenino, a comer carne, nunca lhe foi dado peixe às refeições, e, além disso, ele adora comer carne. Segundo o determinismo, o João só pode escolher prato de carne. No entanto, é perfeitamente plausível, na minha óptica, que o João decida que quer experimentar algo novo para variar e coma peixe, de sua livre vontade, apesar de todas as causas que actuaram sobre ele indicarem o contrário. Este exemplo demonstra que, independentemente da educação que recebamos e de todas as outras causas que sobre nós actuem, nós somos dotados de inteligência, e podemos portanto pensar e escolher aquilo que queremos fazer. Vejamos um último exemplo, um pouco diferente dos outros dois. Imaginemos que um homem é ameaçado de morte, e que o chantagista lhe diz que o único modo de se salvar é aceitar matar outro homem. Sei que se trata dum caso extremo e bastante improvável, mas serve perfeitamente para aquilo que quero ilustrar. Aparentemente, o homem sob ameaça tem apenas um curso de acção possível, que é matar o tal outro homem para tentar salvar a sua própria pele. No entanto, após uma análise mais cuidada, concluímos que ele tem, afinal, muito mais possibilidades de escolha; pode preferir morrer a matar outra pessoa; pode concordar em matar, mas no último momento fugir para muito longe, sem matar; pode tentar matar o chantagista; pode arriscar uma fuga, e pode fazer muitas outras coisas. O que quer que ele decida fazer provirá da sua livre vontade. Creio que estes três exemplos diversificados são suficientes para explicar que nem tudo é determinado. No entanto, é inegável que algumas coisas são determinadas. Veremos isso mais à frente.
Analisemos agora uma segunda teoria, a teoria libertista, defendida, entre outros, por Jean-Paul Sartre. Segundo esta teoria, temos livre-arbítrio, e mais, somos inteiramente livres. Comecemos novamente por esclarecer o conceito em questão. É corrente definir acto livre como acto não condicionado por causas. No entanto, esta definição parece-me incorrecta e fonte de muitos equívocos na discussão deste problema. Se esta definição fosse correcta, então acabar-se-ia a discussão deste problema, a não ser que alguém conseguisse provar que o passado não existe e é uma mera ilusão. Tentemos então encontrar definições correctas de livre-arbítrio e de acto livre. Ter livre-arbítrio é ter possibilidade de escolher entre diferentes cursos de acção, apesar das causas que sobre o agente actuam, e acto livre é um acto que procede da vontade livre do agente. Ora, atentando nestas definições e na minha refutação do determinismo, poder-se-ia concluir que eu sou apologista da teoria libertista. No entanto, as aparências iludem. Esta solução também não serve como resposta ao problema, pois, mesmo que todas as nossas acções fossem livres (vamos ver se o são ou não mais à frente), as acções livres sofrem condicionalismos e limitações. Por exemplo, eu não posso escolher os meus pais, não posso escolher a cor da minha pele, o meu nome, o país onde nasço, etc. Todos estes factores estão de facto determinados, não há nada que eu possa fazer quanto a isso. Imaginemos que o João queria ser alto, forte e ter os olhos azuis. O João podia seguir um plano alimentar para crescer, e ir ao ginásio para ficar forte, mas não podia alterar a cor dos seus olhos, visto que se trata dum factor hereditário, que foi determinado pelos genes dos seus pais, que, por sua vez, foram determinados pelos dos seus avós, e assim sucessivamente. Portanto, há, de facto, coisas que não podemos escolher, que são previamente determinadas. Analisemos em seguida as limitações à liberdade. Por mais que alguém se convença de que é totalmente livre, estará sempre enganado. Por mais que eu queira, não posso voar, não posso ir daqui à Austrália em vinte segundos, não posso levantar um peso de dez mil quilos com apenas uma mão, não posso deitar abaixo um exército inteiro, nem tão pouco ser imune a doenças. O meu livre-arbítrio é condicionado e limitado pelas minhas aptidões físicas e mentais. Eu, mesmo que o queira, não consigo fazer mil contas de multiplicar em dois segundos. Eu só sou livre dentro das minhas possibilidades, apenas dentro delas. Estas limitações não são mais do que causas que condicionam a minha acção. Há dois tipos de causas que condicionam as minhas acções; causas que influenciam as minhas decisões e causas inerentes às minhas capacidades físicas e mentais, que me limitam e me impedem de realizar certas acções. Portanto, até agora, as conclusões que podemos tirar são que há acções livres e factores que são determinados previamente, e que as acções livres sofrem limitações e condicionalismos. Na sequência deste trabalho, procuraremos juntar tudo isto e formular uma resposta ao problema, mas, antes disso, vamos analisar a última teoria, que, apesar de eu a considerar insustentável, também tem defensores, ou seja, também é preciso refutá-la para dar mais força ao meu ponto de vista.
O compatibilismo, defendido, entre outros, por Ayer, é uma tentativa (falhada, a meu ver) de conciliar o livre-arbítrio com o determinismo. Logo à partida se entende que algo não bate certo, pois não é possível afirmar simultaneamente duas realidades tão distintas. Seria afirmar que sob o efeito das mesmas causas só temos um curso de acção possível e que sob o efeito dessas mesmas causas temos vários cursos de acção entre os quais escolher. Ora, pelas regras da lógica, isto é impossível, uma vez que são afirmações incompatíveis entre si. O erro que os apologistas desta teoria cometem é usarem mal os conceitos, de certo modo manipularem o conceito de livre-arbítrio. Para os compatibilistas ser livre é agir sem sermos coagidos a tal. Portanto, para os compatibilistas, as nossas acções são determinadas, mas também são livres, desde que não sejamos obrigados ou forçados a tal e sejamos nós a escolher o rumo da nossa acção. Esta teoria é bastante cómoda, pois pretende reunir “o melhor dos dois mundos”. No entanto, não a podemos aceitar como verdadeira, pois não passa duma forma disfarçada de determinismo; o conceito de liberdade dos compatibilistas não corresponde ao que, geralmente, se entende por “livre-arbítrio”, o que torna esta teoria insustentável, visto que não podemos mudar o conceito de liberdade como nos apetece. Ter livre-arbítrio não significa apenas que, em determinadas circunstâncias, somos nós que escolhemos o curso da nossa acção – curso esse que, no entanto, nessas circunstâncias, é apenas um – mas ter a possibilidade de, nas mesmas circunstâncias, escolher entre cursos alternativos de acção. Desfeita a confusão e rejeitado o conceito compatibilista de liberdade, nem por isso deixamos de reconhecer que as acções resultam da influência de causas e sofrem condicionalismos de diversa ordem. A grande discussão é saber se estes factores determinam ou apenas condicionam a acção. Em seguida, tentaremos dar uma resposta.
Portanto, e em retrospectiva, vamos ver os factos que já tomámos como verdadeiros até agora: vimos que apesar de haver factores determinantes, há acções livres. Vimos também que essas acções são condicionadas por dois tipos de causas; causas que influenciam a decisão do agente, e condicionalismos físicos e mentais que limitam as acções do agente. Que conclusão podemos então tirar disto tudo? Podemos concluir que somos moderadamente livres. As nossas acções são livres, mas, como sofrem condicionalismos, não podem ser consideradas totalmente livres. Portanto, a solução para este problema parece-me ser a seguinte: a partir do momento em que somos dotados da capacidade de pensar, somos livres e temos possibilidade de escolha. No entanto, as nossas acções, apesar de livres, sofrem condicionalismos, logo somos apenas moderadamente livres. Podemos chamar a esta tese “libertismo moderado”. Se repararmos bem, esta teoria é parecida com a teoria libertista, mas admite a existência de condicionalismos físicos e mentais. A minha solução é, portanto, baseada numa teoria já existente, não apresentando nada de muito inovador. Seria difícil que assim não fosse. É muito complicado chegar à conclusão de que tudo aquilo que grandes filósofos dizem e escrevem desde os primórdios da filosofia não faz qualquer sentido.
A minha conclusão é, por conseguinte, que as nossas acções são moderadamente livres. Estou perfeitamente ciente de que a esta solução está longe de ser definitiva, pois esta questão jamais terá uma solução definitiva, pois trata-se dum problema que será sempre discutido em filosofia. O meu objectivo, no entanto, nunca foi o de fechar a discussão, mas, simplesmente, procurar participar activamente na reflexão e dar o meu próprio contributo, por pequeno que seja.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

FRASE DO DIA

"As idéias são como pulgas, saltam de uns para outros, mas não mordem a todos."

BOM DIA PESSOAL!!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Meditar

http://www.youtube.com/watch?v=kr5gTVsAWVA

A nossa querida Ilha

http://www.youtube.com/watch?v=6XojHuNOEUY

Que susto !!!!!!



Linda...

http://www.youtube.com/watch?v=nQY4dIxY1H4&feature=related

A caminho do Corvo

http://www.acorestube.com/video/424/Poema-de-Vitorino-Nem%C3%A9sio--A-Caminho-do-Corvo#video

Uma história de amor triste !

http://www.youtube.com/watch?v=K1qtf-qJpnM

Açores

http://www.youtube.com/watch?v=qX-ZzBSPj-U
A vida é um risco, viver é arriscar!!

Video do dia! ;) Rapariga Talentosa!

Politica actual

The Greatest Action Story Ever Told

FRASE DO MINUTO

Nenhuma paixão rouba tão efetivamente de nossa mente todos seus poderes de agir e pensar quanto o medo.

BOM DIA PESSOAL!! BEIJOS E ABRAÇOS

terça-feira, 10 de maio de 2011



Ficha nº. 4
1.1-Indique fenómenos do dia-a-dia em que se verifique a influência da Lua.
- Marés
- Agricultura
- Partos
- Na pesca
- No corte de cabelo
- Nos negócios
- Na fauna
- Na flora

domingo, 8 de maio de 2011

trabalho

CURSO: TÉCNICO ADMINISTRATIVO (REACTIVAR)
NOME: ILDA MARIA RODRIGUES OLIVEIRA
N.º ______
ANO LECTIVO: 2010 - 2011





























Inserido no tema “Ciência e Controvérsias Públicas” propomos-lhe uma abordagem sobre “O Homem no Espaço”. Assim, após selecionar os itens que mais lhe interessam, elabore um trabalho escrito em WORD, que utilize imagens e que responda às questões/solicitações de seguida apresentadas.
“O Homem no Espaço”

SOCIEDADE

Tipo I – Identifique as Teorias Geocêntrica e Heliocêntrica.
Tipo II – Apresente uma explicação para o facto da Teoria Geocêntrica ter permanecido indiscutível durante séculos.
Tipo III – Reflectindo sobre as contribuições dadas por Aristóteles, Aristarco, Ptolomeu, Copérnico e Galileu no que respeita ao nosso posicionamento no Universo, mostre que a construção do conhecimento científico não é linear.

Teoria geocêntrica baseia-se na hipótese de que a Terra estaria parada no centro do universo com os corpos celestes inclusive o Sol, girando ao seu redor.
Teoria heliocêntrica baseia-se na teoria que diz que o sol está estacionário no centro do universo.
A teoria do universo geocêntrico ou geocentrismo é o modelo cosmológico mais antigo. Na Antiguidade era raro quem discordasse dessa visão. Entre os filósofos que defendiam esta teoria, o mais conhecido era Aristóteles. Foi o matemático e astrónomo grego Claudius Ptolomeu (78-161 d.C.) quem, na sua obra "Almagesto", deu a forma final a esta teoria, que se baseia na hipótese de que a Terra estaria parada no centro do Universo com os corpos celestes, inclusive o Sol, girando ao seu redor. Essa visão predominou no pensamento humano até o resgate, feito pelo astrónomo e matemático polaco Nicolau Copérnico (1473-1543), da teoria heliocêntrica, criada pelo astrónomo grego Aristarco de Samos (310-230 a.C.).

Em astronomia, heliocêntrico é a teoria que o Sol está estacionário no centro do universo. A palavra vem do grego (ήλιος Hélios = sol e κέντρον kentron = centro). Historicamente, o heliocentrismo era oposto ao geocentrismo, que colocava a Terra no centro. Apesar das discussões da possibilidade do heliocentrismo datarem da antiguidade clássica, somente 1.800 anos mais tarde, no século XVI, que o matemático e astrónomo polaco Nicolaus Copernicus apresentaram um modelo matemático preditivo completo de um sistema heliocêntrico, que mais tarde foi elaborado e expandido por Johannes Kepler.


TECNOLOGIA

Tipo I – Identifique duas tecnologias utilizadas na exploração do espaço.
Tipo II – Caracterize as duas tecnologias indicadas na questão anterior.
Tipo III – Descreva da Estação Espacial Internacional de que forma a tecnologia está presente na vida no interior
A tecnologia está presente em vários sistemas no interior da estação espacial internacional

Fornecimento de energia cv

A fonte de energia eléctrica da estação espacial internacional é o sol: luz é convertida em electricidade através de painéis solares. Antes do voo de montagem 4A a única fonte de energia eram os painéis solares dos módulos russos Zarya e Zvezda. O segmento russo da estação usa um sistema de 28 Volts. No resto da estação a electricidade é obtida através de painéis solares anexados as extremidades de sua estrutura modular (ISS Main Truss Structure) a uma tensão que varia entre 130 a 180 Volts. A energia é estabilizada e distribuída a 160 Volts e então convertida para 124 volts. A energia pode ser trocada entre os dois segmentos da estação usando conversores, isto é essencial desde o cancelamento da Plataforma Russa de Ciência e Energia. O segmento russo dependerá dos painéis solares norte-americanos para suprir sua demanda de energia eléctrica.
Os painéis solares normalmente rastreiam o sol para maximizar a sua performance. Cada painel tem uma área de aproximadamente 375 m² e 58 metros (190 pés) de comprimento. Na sua configuração completa, os painéis solares rastreiam o sol durante cada órbita ao redor da Terra rodando o motor alfa no sentido vertical em relação a estação, enquanto o motor beta ajusta seu ângulo do sol a partir do plano orbital da estação em relação a Terra. No entanto, antes que a estrutura modular estivesse montada, os painéis estavam temporariamente em posição perpendicular em suma orientação final, e nessa configuração, o motor beta era usado como o principal meio de rastreio do sol. Outra ligeiramente diferente opção de rastreio, o modo Planador Nocturno, pode ser usada para reduzir ligeiramente o arrasto da estação alinhando os painéis solares no limite do vector de velocidade.

suporte de VIDA E CONTROLE AMBIENTAL

O Sistema de Suporte a Vida e Controle Ambiental (ECLSS - Environmental Control and Life Support System) provê ou controla elementos como pressão atmosférica, nível de oxigénio, água, extinção de incêndios, além de outras coisas. O sistema Elektron gera o oxigénio a que circula a bordo da estação. A mais alta prioridade para o sistema de suporte a vida é a manutenção de uma atmosfera estável dentro da Estação, mas o sistema também colecta, processa e armazena lixo e água produzida e usada pela tripulação. Por exemplo, o sistema recicla fluidos do banheiro, chuveiro, urina e condensação. Filtros de carvão activado são os primeiros métodos para remoção de produtos do metabolismo humano no ar.

Controlo de orientação
O controlo de orientação da Estação é mantido através de dois mecanismos. Normalmente, um sistema usando giroscópios de controlo de momento (CMGs - Control moment gyroscopes) mantém a Estação orientada, com o laboratório Destiny na frente do módulo Unity, a estrutura P a bombordo e o módulo Pirs apontado para a Terra. Quando o sistema de giroscópios se torna saturado, ele pode perder a habilidade de controlar a orientação da estação. Neste caso, o sistema Russo de controlo de orientação é preparado para assumir automaticamente, usando retro foguetes para manter a orientação da Estação e permitindo assim a dessaturação do sistema de giroscópios americano. Este procedimento foi usado durante a missão STS-117 enquanto a estrutura S3/S4 estava sendo instalada.
Controlo de altitude
A Estação Espacial Internacional é mantida em órbita numa altitude limite mínima e máxima de 278 a 460 km. Normalmente o limite máximo é de 425 km para permitir manobras de encontros para espaço naves Soyuz. Devido a Estação estar em constante queda por causa do arrasto atmosférico e queda do efeito de gravidade, ela precisa ser impulsionada para altitudes mais elevadas várias vezes durante o ano. Um gráfico de altitude sobre o tempo mostra que a Estação cai a uma razão de 2,5 km por mês. O impulso pode ser feito por dois foguetes do módulo Zvezda, por uma nave Progress ou pelo Veículo de Transferência Automático (ATV) da ESA e leva aproximadamente duas órbitas (três horas) em cada impulso para vários quilómetros acima. Enquanto em construção é relativamente fácil voar grandes cargas para a Estação Espacial. Normalmente após o lançamento, uma espaço nave requer dois dias para realizar a manobra de aproximação e atracar.

Comunicação
Os diversos sistemas de comunicação usados pela EEI
A radiocomunicação é essencial para a operação da EEI, providenciando dados de telemetria e científicos entre a estação espacial e os Centros de Controle de Missão espalhados pelo planeta. Ligações de rádio também são usadas durante procedimentos de aproximação e para a comunicação entre tripulantes da estação, e deles com os controladores de voo e familiares em terra. Como resultado disso, a EEI está equipada com uma quantidade diversificada de sistemas internos e externos de comunicação, usados para diferentes propósitos.
O primeiro equipamento de comunicação lançado com a estação foi o sistema russo Regul de VHF, que transmitem dados de telemetria e outros do Segmento Orbital Russo para o Controle de Missão da Agência Espacial Federal Russa em Moscou via uma rede de estações de recebimento de dados em terra e através de satélites dos sistemas Altair e Molniya. Os dados saem da estação através de uma antena de rádio montada no Módulo Zvezda. A comunicação entre os módulos é feita através de cabos telefónicos de cobre[11][12]
O segmento americano faz uso de duas ligações de rádio que estão montados na Estrutura Integrada Z1: um sistema de Banda S (usado para transmissão de sinal de áudio) e um sistema de Banda Ku (usado para transmissão de áudio, vídeo e dados). Essas transmissões são direccionadas através do sistema americano de satélites de rastreamento e transmissão de dados localizados em órbita geoestacionária, permitindo uma continuidade de transmissão contínua quase em tempo real com o Centro de Controlo de Missão da NASA em Houston. O sistema pode também ser utilizado para transmitir dados entre os Centros de Controle americano e russo através de uma linha de telefone permanente Canais de dados do braço robótico Canadarm2, do laboratório Europeu Columbus e do laboratório Japonês Kibō são direccionados via sistemas de Bandas S e Ku, além de eventualmente os sistemas europeu e japonês de satélites de transmissão de dados auxiliarem o sistema americano nesta tarefa. As comunicações entre os módulos são realizadas através de uma rede digital sem fios (Rede wireless).



CIÊNCIA

Tipo I – Indique a constituição do Sistema Solar.
- Uma Estela, o Sol.
- Cometas
- Asteróides
- Satélites naturais
- Planetas principais
- Planetas anões
O Sistema Solar é constituído por oito planetas principais:
Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. Existem também planetas anões, como Plutão, Éris, Ceres, e mais recentemente Haumea e Makemake.
Existem ainda planetas secundários, ou luas, conhecidos ainda como Satélites Naturais.


Tipo II – Vénus é o planeta mais quente do Sistema Solar apesar de não ser o mais próximo do Sol. Apresente uma explicação para este facto.

VÉNUS

Paisagem de Vénus, fruto da fantasia de um pintor. Sabe-se que no passado Vénus sofreu uma intensa actividade vulcânica e pensa-se que ainda poderá ocorrer a expulsão de gases e de lava.
Vénus, o segundo planeta do sistema solar por ordem de distância ao Sol, é o que pode aproximar-se mais da Terra e o astro mais luminoso do nosso céu, depois do Sol e da Lua. A órbita que o planeta percorre em 225 dias é praticamente circular. A rotação sobre o seu eixo é extremamente lenta, com um "dia" que dura quase 243 dias terrestres, efectuando-se em sentido retrógrado ao contrário dos outros planetas rochosos do Sistema Solar.
A superfície deste planeta é um verdadeiro inferno, com uma pressão atmosférica 90 vezes superior à da Terra e uma temperatura de 500º C, devido ao “efeito de estufa”. A sua atmosfera compõe-se, quase por inteiro, de dióxido de carbono (CO2), com um pouco de nitrogénio.

Tipo III – Poderá a Ciência contribuir para que um dia seja possível à espécie humana habitar o planeta Marte? Apresente exemplos na sua fundamentação


MARTE

Marte, ao lado, numa montagem fotográfica, a partir de imagens captadas pela sonda “Viking Orbiter” da NASA. É o resultado da composição de mais de uma centena de imagens, obtidas quando a sonda girava a 32.000 km da superfície do planeta.
Conhecido pela sua característica coloração avermelhada, o planeta gira em volta do Sol a uma distância média de 228 milhões de quilómetros. A sua trajectória é marcadamente elíptica, demorando 686,98 dias para dar uma volta completa em redor do Sol e o seu plano orbital tem uma inclinação de apenas 1,86º em relação à órbita terrestre. Acompanham-no no seu movimento de revolução dois pequenos satélites (Deimos e Fobos) descobertos em 1877.
Sendo o mais exterior dos planetas rochosos, é um pequeno e árido globo de atmosfera ténue, cuja estrutura interna ainda não é bem conhecida. No entanto, através da densidade média, do achatamento polar e da velocidade de rotação, é possível deduzir que o planeta tem um núcleo de ferro e de sulfato de ferro com cerca de 1.700 km de raio, e uma crosta com cerca de 200 km de espessura.

Cientistas da NASA anunciaram possíveis evidências de vida em Marte ao examinarem fragmentos de um meteorito, o ALH84001, oriundo daquele planeta, e que foi encontrado na Antárctida. O meteorito foi fracturado e achou--se resíduos de hidrocarbonetos aromáticos policlínicos, que são substâncias orgânicas, assim como glóbulos de carbonato. Esses glóbulos são muito semelhantes, em textura, tamanho e composição, aos precipitados inorgânicos provocados por bactérias na Terra. A equipe de cientistas, liderados pelo David S. McKay e Everett K. Gibson, do Centro Espacial da NASA "Lyndon B. Johnson", em Houston, Texas, inclui investigadores altamente respeitados da Universidade da Georgia, da Universidade Stanford, e da Universidade McGill, do Canadá. A conclusão deles (cautelosa, de início), é de que a melhor explicação para esses glóbulos é a formação biogénica, ou seja, a partir da actividade de organismos vivos. Como o meteorito ALH84001 é muito antigo (dois bilhões de anos), a hipótese é de que a vida teria florescido em Marte em condições mais favoráveis do que a actual, com água e atmosfera, o que concorda com a evidência geológica.

NÃO SER

Não ser
Ah! arrancar às carnes laceradas
Seu mísero segredo de consciência!
Ah! poder ser apenas florescência
De astros em puras noites deslumbradas!
Ser nostálgico choupo ao entardecer,
De ramos graves, plácidos, absortos
Na mágica tarefa de viver! ...
Quem nos deu asas para andar de rastos?
Quem nos deu olhos para ver os astros-
Sem nos dar braços para os alcançar

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

é muito bonito só que a agua é um pouco fria

FRASE DO MINUTO

Quando as lutas que a vida lhe oferecer forem duras, suavize-as. Não aumente sua dureza tornando-se pessimista ou deixando que sua fortaleza decaia.

Politica actual

Maioria do PSD é indispensável"
Margarida Vaqueiro Lopes e Alberto Teixeira 04/05/11 21:09


Passos Coelho

Líder do PSD volta a pedir maioria absoluta no dia em que Portugal conheceu o programa de austeridade da 'troika'.
Em entrevista à RTP, o líder social-democrata adjectivou de "necessário, difícil e duro" o acordo feito com a 'troika' como contrapartida para o resgate de Portugal, mas notou que "estamos numa situação de penúra, em que a partir de Maio não temos condições para assumir compromissos".
E "quando se precisa desesperadamente de um apoio financeiro, a margem de manobra é má", sublinhou.
Na mesma ocasião, o responsável notou ainda que os 78 mil milhões de euros que Portugal vai receber "é rigorosamente o preço do endividamento dos últimos seis anos", responsabilizando o Governo de José Sócrates pelo actual nível de dívida pública.
"Em 2005 tinha uma dívida publica de cerca de 80 mil milhões de euros, e agora é de cerca de 160 mil milhões. Estes 80 mil milhões são uma factura que José Sócrates deixa", afirmou o responsável.
Pedro Passos Coelho referiu no entanto que este acordo, apesar de duro, "contempla cum conjunto de medidas importantes que funcionarão para fazer crescer a economia". E considera que "tem à partida melhores condições de sucesso do que aquele que foi feito com a Grécia, porque houve a preocupação, notoriamente, na 'troika', de colocar o foco na questão do crescimento".
Mas deixou o alerta: "Portugal precisa de cumprir religiosamente este acordo para poder financiar-se já no segundo ano [de planificação]. Não há, portanto, espaço para falhar objectivos."
"Ainda bem que o PEC IV foi chumbado"
"O PEC IV já não existiria neste momento se tivesse sido aprovado. O PEC IV não deixava margem para o crescimento económico. Ainda bem que foi chumbado", referiu ainda o líder social-democrata, que voltou a pedir uma maioria absoluta ao País, nas próximas eleições de dia 5 de Junho.
"Eu não vou deixar de dizer ao País que uma maioria absoluta é indispensável para haver uma mudança politica", salientou Passos.
Porque, recordou, "o que mais houve foi entendimentos com o PSD desde que Sócrates perdeu a maioria absoluta. Sabe o que aconteceu?: o Governo nunca cumpriu o que acordou, nem com o PSD nem com a União Europeia. E um Governo que se compromete com um resultado mas não luta por ele e não o entrega, não tem confiança", afirmou.
"Se pensarmos no que temos para

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O QUE NOS DIFERÊNCIA DA GRÉCIA!
















SÓ SEI QUE NADA SEI=======================EU É QUE SEI.

Parque da Silveira

amigos vamos trabalhar para o nosso blog crescer.

Pessoal, para quem quiser vou por um link do meu blog, para verem séries!

 Element Sword

http://elementsword.blogspot.com/

para quem gostar

Turma em convivio



Aqui estamos em mesa redonda.

Semana Aberta

Muito Bem!!

Foto



Bem, nao sei se isto vai dar?
Estão a tentar convencer-me!







Semana Aberta




Este dia foi só cozinhar, como se não bastasse em casa.....


Aguardo o vosso comentario.




ATA gasta 176 mil euros para novos conteúdos no site do Turismo nos Açores
Regional 2011-05-04 15:34

A Associação de Turismo dos Açores (ATA) adjudicou por ajuste directo em Março deste ano a “prestação de serviços de produção do site oficial do Turismo nos Açores” à empresa à empresa Pangemedia Global, pelo valor de 176 mil euros.
Este novo ajuste directo foi justificado com os "novos conteúdos" que esta página vai ter, tendo fonte da ATA salientado ainda que o valor do investimento está integrado na candidatura inicial a fundos comunitários no montante de um milhão de euros.

A página oficial do Turismo nos Açores na Internet, cuja criação, manutenção e desenvolvimento foi adjudicada a duas empresas diferentes em 2010 e 2011, já custou à região mais de 320 mil euros.

Segundo o Portal dos Contratos Públicos, foram feitas duas adjudicações por ajuste directo que totalizam aquela verba.

Em Fevereiro de 2010, o executivo regional, através da ATA, adjudicou por ajuste directo a “prestação de serviços de produção do site oficial do Turismo nos Açores” à empresa Icom Medialab, por 150 mil euros.

Na altura, o secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, afirmou que o investimento no novo site estava integrado numa candidatura a fundos comunitários de quase um milhão de euros, destinada à promoção do destino Açores.

O site foi, no entanto, alvo de críticas, sobretudo dos partidos da oposição, devido à qualidade da página, que continha erros de informação, mas também pelos valores envolvidos, considerados exagerados.


este dia foi só cozinhar!!!!!!


hà grande fotografo!!!!!!!

FRASE DO DIA

"Correr não adianta, é preciso partir a tempo."

PS: "Quanto mais depressa, mais devagar"

terça-feira, 3 de maio de 2011

FRASE DO DIA

"A visão que você glorifica em sua mente, o ideal que você exalta em seu coração — através disso você construirá sua vida, e isso você se tornará."

BOM DIA DE TRABALHO PESSOAL.

domingo, 1 de maio de 2011

Aula com o Psicólogo Dinis

Olá,

Informo que a próxima aula (2ª feira) é leccionada pelo Psicólogo Dinis. Desejo aos interessados que aproveitem ao máximo a aula.

Cumprimentos,

Emanuel Flores


Obrigado

Quero agradecer a quem já contribuiu para a dinâmica do nosso bolg e aproveitar para desafiar os restantes elementos da turma a participar com uma publicação de um post ao vosso critério.
Vamos lá trabalhar!!!